Com a crença de que o pior já passou, varejo vive crescimento gradativo
"Mas ainda temos setores, voltados às exportações, que ainda não se recuperaram", afirmou Alencar Burti
"O varejo experimenta crescimento gradativo das vendas", afirmou o presidente da CACB (Confederação das Associações Comerciais do Brasil), Alencar Burti, em entrevista concedida à Agência Sebrae.
Segundo ele, pode-se dizer que o pior da crise já passou. "O Brasil sofreu menos do que os países desenvolvidos e saiu mais rapidamente da crise, porque a economia brasileira está mais forte do que no passado, quando qualquer crise externa nos atingia por meio do balanço de pagamentos...", disse.
"Mas ainda temos setores, como o de bens de capital e de manufaturados, voltados às exportações, que ainda não se recuperaram", acrescentou.
Segundo ele, um dos motivos para a recuperação do varejo é o restabelecimento da renda e do emprego, o que favorece o consumo.
Perspectivas
Burti mostrou-se otimista. "As perspectivas para o último trimestre e para 2010 são favoráveis, podendo-se esperar crescimento significativo para o próximo ano".
Especificamente quanto ao faturamento, considerando-se todos os segmentos, inclusive veículos, o presidente da CACB disse ser "provável um crescimento da ordem de 5% este ano, embora alguns segmentos apresentem desempenho menos favorável".
"Para 2010, na medida em que se confirmem as expectativas de crescimento do PIB da ordem de 4% a 4,5%, o comércio poderá apresentar expansão na casa de 6% a 6,5%", acrescentou.
Além disso, as eleições podem auxiliar os varejistas, embora não de forma significativa. "As eleições generalizadas, para presidente, governadores, deputados federais e estaduais acaba gerando um movimento adicional para a economia, porque são milhares de candidatos que direcionam recursos para se promoverem. É ainda comum que os governantes aumentem os gastos nesse período".
Fonte: InfoMoney
"O varejo experimenta crescimento gradativo das vendas", afirmou o presidente da CACB (Confederação das Associações Comerciais do Brasil), Alencar Burti, em entrevista concedida à Agência Sebrae.
Segundo ele, pode-se dizer que o pior da crise já passou. "O Brasil sofreu menos do que os países desenvolvidos e saiu mais rapidamente da crise, porque a economia brasileira está mais forte do que no passado, quando qualquer crise externa nos atingia por meio do balanço de pagamentos...", disse.
"Mas ainda temos setores, como o de bens de capital e de manufaturados, voltados às exportações, que ainda não se recuperaram", acrescentou.
Segundo ele, um dos motivos para a recuperação do varejo é o restabelecimento da renda e do emprego, o que favorece o consumo.
Perspectivas
Burti mostrou-se otimista. "As perspectivas para o último trimestre e para 2010 são favoráveis, podendo-se esperar crescimento significativo para o próximo ano".
Especificamente quanto ao faturamento, considerando-se todos os segmentos, inclusive veículos, o presidente da CACB disse ser "provável um crescimento da ordem de 5% este ano, embora alguns segmentos apresentem desempenho menos favorável".
"Para 2010, na medida em que se confirmem as expectativas de crescimento do PIB da ordem de 4% a 4,5%, o comércio poderá apresentar expansão na casa de 6% a 6,5%", acrescentou.
Além disso, as eleições podem auxiliar os varejistas, embora não de forma significativa. "As eleições generalizadas, para presidente, governadores, deputados federais e estaduais acaba gerando um movimento adicional para a economia, porque são milhares de candidatos que direcionam recursos para se promoverem. É ainda comum que os governantes aumentem os gastos nesse período".
Fonte: InfoMoney
Comentários
Postar um comentário
Envie seu comentário!