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Mostrando postagens com o rótulo Comportamento do consumidor

O consumidor mudou

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Novo perfil do consumidor é mais exigente na hora da compra O perfil do consumidor tem mudado a cada dia. Principalmente pela melhora da economia alguns anos e ascensão de pessoas que não buscavam novas maneiras de consumir, até mesmo por falta de conhecimento. Hoje, além de comprar o produto, a experiência, o atendimento e o pós-venda, valem muito na hora de conquistar o cliente e, também, na sua experiência com o produto. Outro ponto é o do consumo consciente, onde não apenas a parte econômica, mas a cadeia de valor e a posição que a empresa emprega com seus colaboradores, é de suma importância, aponta a especialista em sustentabilidade Fabiana Crivano, professora do ISAE/FGV. “O consumidor valoriza as questões como a biodiversidade da marca. O fortalecimento de redes de consumo local, de empresas do seu entorno, também, são tendências do novo consumidor”, aponta Crivano. A empresa ser sustentável em suas ações é ponto fundamental na briga pela concorrência. Não há mais espaço ...

Preço é diferencial para atrair clientes, mas por si só não fideliza

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Especialista em Fidelização e Relacionamento faz um alerta para empresas que escolhem ter preço baixo como único atrativo: o risco de prejuízo é grande Muitos empresários entendem que, praticando preços baixos, terão clientes fiéis. Na verdade, acreditar neste conceito é errado. “As estratégias de fidelização devem se basear em outros aspectos: oferecer um bom atendimento, um produto ou serviço de qualidade e uma experiência de compra agradável é mais eficaz para incentivar o cliente a voltar à empresa na próxima compra do que apenas oferecer preços baixos”, diz o especialista Marcelo Cristiano Gonçalves, sócio-diretor da Marka Fidelização e Relacionamento. É por esta razão que um programa de fidelização se baseia em incentivos para que o cliente volte mais uma vez à loja – sem exigir que o diferencial daquele negócio seja o preço. “Este incentivo pode ser um desconto ou a geração de pontos que podem ser trocados por produtos. O importante é que ofertar algo que seja realmente at...

Estudo inédito da Serasa Experian revela os novos perfis da população brasileira

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O novo Mosaic é uma solução que cruza dados da Serasa Experian, dados públicos e análises realizadas por um instituto de pesquisa. Traz um retrato acurado dos 11 grupos dominantes no País. O Mosaic Brasil permitirá às empresas, gestores de políticas públicas e agências de marketing conhecer os diferentes perfis da população brasileira A Serasa Experian anuncia hoje o mais completo estudo de segmentação já realizado no Brasil sobre a população brasileira acima de 18 anos. O levantamento é um retrato acurado dos perfis que compõe a população do país e vai permitir que empresas, agências e profissionais de marketing, estudiosos e gestores de políticas públicas tenham dados para traçar estratégias e desenvolver serviços e produtos para os diversos grupos que compõe a população brasileira. O novo Mosaic Brasil é um modelo de segmentação do mercado consumidor brasileiro da Serasa Experian, baseado em dados socioeconômicos, demográficos, geográficos, comportamentais, de consumo e estilo d...

Supermercados on-line: KPMG publica análise sobre o crescimento e as tendências para esse tipo de negócio

A KPMG Internacional acaba de lançar publicação que reúne informações sobre uma área do varejo que vem crescendo significativamente: o comércio eletrônico de mantimentos. Por meio de análises, pesquisas e uma compilação de outros estudos sobre varejo e comércio eletrônico, essa nova publicação destaca as seguintes conclusões:

Brasil é o país que mais compra em supermercado pela internet na América Latina

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46% dos brasileiros procuram ofertas online todos os dias e 70% efetuam compras mensalmente pela internet Acima da média latina, que atingiu 42%, o Brasil registra que 55% da população compram produtos para seu domicílio pela internet. Além disso, 78% dos brasileiros utilizam a internet para pesquisar compras de mantimentos e 73% buscam ofertas online. Quem aponta esses fatos é a pesquisa Global Shopper Marketing E-Commerce, realizada pela Nielsen (www.br.nielsen.com), provedora global de informações e insights sobre o que o consumidor assiste e compra.

Idoso é a vovozinha!

por Fabiana de Brito Estamos vivendo mais. A expectativa de vida aumentou muito nos últimos anos. Segundo dados do IBGE, a expectativa do brasileiro nascido em 2010 alcançou 73,5 anos de vida. Em 1910, este número era de apenas 33,4! Hoje, a faixa etária de mais de 60 anos é a que mais cresce no País e é responsável por uma renda que soma R$ 7,5 bilhões ao mês. Estes números trazem reflexos diretos no consumo e no varejo, que, aos poucos, volta os olhos para este público. Os idosos de hoje têm qualidade de vida, têm mais independência e estão constantemente consumindo. Segundo a pesquisa da GFK com foco específico neste grupo, a maioria é urbana (80%) e grande parte (70%) são chefes de família e quase metade (47%) oferece suporte/ajuda para outros familiares e amigos.

Trendwatching.com revela que vem por aí no e-commerce

A trendwatching.com realiza o Consumer Trend Seminar no dia 13 de agosto em São Paulo sobre novas tendências de consumo Todo o comércio está sendo afetado pelo e-commerce e, em troca, o e-commerce será afetado pelas mesmas tendências gerais que definem o comportamento do consumidor Exatamente como previsto por e-gurus há 15 anos, o e-commerce está mais em alta do que nunca. Tanto em mercados consolidados quanto em mercados em crescimento, a penetração da Internet móvel (celulares, tablets, etc) está multiplicando os momentos de compras. Os consumidores estão "e-commercing".

A Força da moda no comércio eletrônico

Por Renata Khaled* Muito já foi falado sobre o ano de 2011 no e-commerce e sobre os segmentos mais procurados para compras pela internet. Os números mostram crescimento expressivo do segmento de moda e acessórios, assim como a maioria das compras pela internet realizadas pela classe média. Em 2012, o ano será marcado pela sempre presente preocupação com o aumento de conversão dividindo espaço com o poderoso relacionamento com o cliente.

Comércio eletrônico cresceu 43% no Brasil, segundo Visa

Brasileiros movimentaram US$ 25 bilhões em compras pela internet em 2011, mais da metade do total da América Latina O estudo de Comércio Eletrônico na América Latina, feito pela AméricaEconomia Intelligence e encomendado pela Visa, revelou que entre 2010 e 2011, o comércio eletrônico cresceu 43% no Brasil, superando o valor total de US$ 25 bilhões, o que representa mais da metade do total da América Latina. Este volume colocou o Brasil, no posto de primeiro país latino-americano a conseguir que as vendas online atingissem 1% do seu PIB.

5 formas para o varejista online se conectar com os seus clientes

Por Tiago Baeta* A internet, como canal de comunicação, não é mais passiva como era antes. De 2007 a 2009, houve uma queda de 50% na quantidade de pessoas que clicam num determinado anúncio. E hoje, 80% dos consumidores online leem a opinião dos outros clientes antes de comprar. O respeitadíssimo Mitch Joel, autor de “Seis Pixels de Separação”, faz um paralelo muito interessante sobre a evolução do comportamento das pessoas, no ambiente virtual, e como os varejistas podem repensar a forma de se contentarem com o consumidor online. Mitch fala de cinco conceitos que devemos considerar para envolver ativamente os atuais consumidores online, e gostaria de compartilhá-los com vocês neste artigo. 1) Os consumidores esperam que as suas compras sejam sociais A essência do ser humano é ser social e compartilhar informações. O conceito da sabedoria das multidões é absolutamente poderoso e deve ser respeitado. Joel alerta para o fato de que um review negativo influencia muito mais nas ven...

Filas: Um dos grandes problemas do varejo

Olá a todos Reza o jargão popular que o brasileiro adora uma fila. Embora num passado não tão distante as filas poderiam representar uma demonstração de preferência ou de uma grande oportunidade ao consumidor (onde há muita gente, há boas ofertas), nada é hoje tão preocupante para o varejo e os varejistas quanto o tema em si, talvez só perdendo lugar para a qualidade de atendimento, e por muitas vezes sendo um dos agentes que influem diretamente no resultado de vendas. Pela minha experiência como consumidor, posso dizer que sou do time que odeia filas de qualquer espécie. O incrível é como venho percebendo cada vez mais pessoas que simplesmente desistem de comprar algum produto ou serviço ao perceber que precisará “desperdiçar” um bom tempo na hora de pagar pelo mesmo. Sou desses que já deixei até mesmo carrinho de supermercado cheio por conta de impaciência. Somos cada vez mais impacientes. Vivemos hoje a era do imediatismo, onde tudo tem que ser resolvido dentro do agora...

Brasileiro valoriza ficar em casa e quer gastar com alimentos frescos

Nos Estados Unidos, onde 52% dos consumidores estão ansiosos sobre o futuro, 42% querem ficar em casa para aliviar o estresse, segundo uma pesquisa da consultoria Boston Consulting Group (BCG) realizada com 24 mil pessoas em 21 países. Na zona do euro, a ansiedade atinge 53% e 33% querem a segurança do lar. Em um contexto econômico muito mais pujante, o percentual de brasileiros ansiosos é menor (40%), mas o desejo de ficar em casa é um dos mais altos entre os países pesquisados: 51%. A pesquisa, com 650 entrevistados nas cidades de São Paulo, Recife (PE) e Porto Alegre (RS) entre março e abril, mostra que, enquanto a população dos países em crise procura a segurança do lar para gastar menos, os brasileiros querem gastar mais para ficar em casa. Estão dispostos a aumentar os desembolsos para ter um lar bem decorado e equipado, onde possam reunir a família e amigos. Isso deve se refletir no consumo de móveis, decoração e eletrônicos, como TVs e videogames. Já na hora de se divertir fora...

Idoso quer rótulo legível e pausa durante compra

A consultoria A.T. Kearney entrevistou 3 mil pessoas em 23 países, inclusive o Brasil, para tentar entender de que os consumidores com mais de 60 anos sentem falta na hora de fazer compras. A conclusão é que os varejistas e fabricantes não atendem às necessidades desse grupo que, de acordo com a pesquisa, gastou US$ 8 trilhões globalmente em 2010 e vai desembolsar US$ 15 trilhões por ano até 2020, o equivalente a 30% do poder de compra mundial. A pesquisa mostrou que o consumidor maduro faz compras de forma muito diferente da geração jovem. Eles não precisam de velocidade. Pelo contrário, querem olhar os produtos com calma. O mercado que tem lanchonete ganha pontos, porque permite um intervalo no meio das compras - 75% de quem tem mais de 70 anos diz que sente falta de cadeiras nas lojas. Ir ao supermercado não tem o objetivo único de atender a uma necessidade, sendo também quase um evento social. O varejo de bairro também é preferido, já que é mais próximo e menor. Ainda segundo o l...

Infográfico: Como as cores influenciam as decisões de compra?

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Presença das empresas nas redes sociais - Infografico HSM

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Muito interessante este infográfico criado pela HSM Abaixo o link para quem quiser também conferir no site. Link

Sobre classes sociais

Olá à todos! Sempre escutamos falar que determinada marca ou lojista está buscando se focar em consumidores de classe B ou C. Será que esta é a abordagem correta que deve ser feita? Nesse post, gostaria de discutir um pouco o papel da definição das classes sociais dentro do contexto do perfil de consumo do brasileiro. Apesar do CCEB (Critério de Classificação Econômica Brasil, que define os públicos A, B, C...) buscar uma diferenciação em relação aos bens de consumo, muita gente ainda imagina que essa segmentação se dá única e exclusivamente através da renda. Desse modo, imagina-se que a classe A possui mais bens e riquezas do que a classe C, por exemplo. Entretanto, existem algumas curiosidades a respeito do consumo brasileiro. A primeira delas está na questão do foco das marcas e produtos em relação à classe social. Na teoria, os melhores produtos seriam destinados às classes maiores, ao passo de que os produtos mais simples, de menores valores ou atributos, seriam voltados às ...

Brasileiro reduz pela metade tempo gasto em compra no supermercado

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O consumidor brasileiro prefere ir a mercados mais próximos de casa para fazer compras menores e mais frequentes. O tempo médio de permanência não passa de 30 minutos, enquanto em 1998 superava uma hora. Os dados fazem parte do estudo "Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", que será divulgado hoje pela Popai Brasil, associação para o desenvolvimento do marketing nos pontos de venda. Fatores como comodidade, falta de tempo e trânsito engarrafado explicam essa mudança de comportamento, afirma a pesquisadora do Provar (Programa de Administração do Varejo) Ana Caroline Fernandes. E a inflação controlada desobriga o brasileiro de comprar em grande quantidade para se proteger da disparada dos preços, como era comum até o início dos anos 90. A média de itens comprados a cada visita ao mercado caiu de 44, em 1998, para 23, em 2004, e 8, em 2010. Isso leva as empresas a investir em unidades mais enxutas, onde a menor dispersão dos produtos permite economizar ...