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Mostrando postagens com o rótulo Artigos

Por que o varejo brasileiro está mudando e como os pequenos negócios podem se adaptar?

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O varejo no Brasil está passando por uma transformação profunda e isso tem impactado sobretudo os pequenos negócios, não importa o segmento. As mudanças não se limitam apenas à ascensão dos marketplaces ou à competição dos grandes shoppings e redes; elas permeiam cada aspecto do ambiente de negócios. A Ascensão dos Marketplaces: Os marketplaces online tiraram o protagonismo dos grandes centros e corredores comerciais da cidade. O que antes era o domínio dos shoppings agora está sob ameaça dessas plataformas digitais. Os shoppings, que em si já foram uma ameaça aos comércios locais, agora enfrentam o mesmo problema, pois a conveniência e a variedade oferecidas pelos marketplaces online estão mudando o comportamento do consumidor. A Invasão das Grandes Redes: Redes como Pão de Açúcar, Carrefour, e mais recentemente Oxxo, invadiram bairros, tornando a competição ainda mais feroz. Com empresas mais estruturadas em produtos, serviços e tecnologia, elas tornaram-se competidores desafiadores ...

Navegando pela IA: A História do Funil

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Olá amigos do varejo! Vamos conversar um pouco sobre dois gigantes no universo da Inteligência Artificial (IA): a IA tradicional e a IA Generativa. E para facilitar, que tal usarmos a metáfora do funil? Prometo que será esclarecedor! IA Tradicional: Topo do Funil Vamos começar pela IA tradicional. Imagine a parte de cima do funil, bem larga, certo? Essa é a nossa entrada – um mar de dados. Mas a IA tradicional tem essa habilidade incrível de, como um barista experiente, filtrar e destilar esses dados até chegarmos ao espresso perfeito na parte mais estreita do funil. No nosso dia a dia, isso se traduz em: Sistemas de Recomendação: De um oceano de opções, eis que surge aquela sugestão de produto feita sob medida para você. Reconhecimento de Voz: Capturando todas as nuances da nossa fala e convertendo-as em comandos precisos ou texto legível. IA Generativa: Base do Funil, Mas Invertida! Agora, vamos virar esse funil de cabeça para baixo! A IA Generativa começa lá no ponto estreito – uma ...

Desmistificando o "Girl Math": Uma Visão sobre Gastos e Satisfação Pessoal

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Na era digital, as redes sociais têm sido uma fonte inegável de tendências e culturas. Uma das tendências mais recentes que ganhou tração no TikTok é o "Girl Math". É uma abordagem lúdica que tenta justificar gastos de uma maneira leve e, muitas vezes, ilógica. Com origens rastreadas até um programa de rádio na Nova Zelândia, o "Girl Math" conquistou corações e carteiras, tornando-se uma forma popular de discutir e justificar gastos. Essa lógica sugere, por exemplo, que compras feitas com dinheiro físico, não afetando diretamente a conta corrente, são percebidas como "gratuitas". Além disso, a noção é ampliada para plataformas de gift ou cashback. Os valores recebidos nessas plataformas são muitas vezes vistos como "bônus" ou dinheiro que não fará falta, encorajando ainda mais os gastos. Em empresas como a Cresci e Perdi Franchising , sua moeda interna, frequentemente vista como mais valiosa que o dinheiro convencional, serve como gatilho para co...

Como Saber se a Inteligência Artificial é a Resposta para os Desafios do Seu Negócio?

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Com a corrida tecnológica em pleno vapor, o termo "Inteligência Artificial" tornou-se quase sinônimo de inovação e sucesso. Mas será que a busca por soluções de IA é sempre a resposta correta para as empresas de varejo e consumo? Vamos nos aprofundar nesse questionamento, analisando não apenas o poder da IA, mas a importância de identificar problemas específicos antes de adotar soluções tecnológicas. O que a IA Pode Resolver? Quais são os Desafios Reais? Antes de pensar na melhor IA, é crucial entender os problemas que a empresa enfrenta. Vamos examinar alguns casos de sucesso e falhas do mercado. Caso Amazon: A gigante do e-commerce usou a IA para otimizar suas cadeias de fornecimento, permitindo uma distribuição mais eficiente. No entanto, essa solução foi aplicada após uma análise aprofundada das falhas logísticas existentes. Caso de uma rede varejista brasileira: Esta empresa investiu em IA para aprimorar o atendimento ao cliente, mas sem uma análise prévia dos problemas...

O impacto dos videogames nas gerações: como isso molda o mundo do consumo!

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Vamos explorar um pouco sobre o universo dos videogames e como eles vêm moldando nossas gerações, influenciando comportamentos e transformando tendências de consumo. Sabia que o tempo dedicado aos videogames é duas a três vezes maior do que o tempo gasto com a educação? É um impacto gigantesco na nossa sociedade. Em minhas palestras, tenho falado um pouco sobre esse impacto, e divido agora com vocês aqui. A Geração X, nascida entre 1961 e 1980, foi a pioneira, crescendo com o Atari e Nintendo. Os jogos desse período representavam desafios diários - ganhando ou perdendo, no dia seguinte, eles precisavam começar tudo de novo. Isso formou uma geração incrivelmente resiliente, que valoriza a qualidade e a durabilidade no consumo. Fonte: Caio Camargo Depois temos a Geração Y, ou os nascidos entre 1981 e 1994. Essa galera viveu a ascensão dos gráficos 3D e a possibilidade de salvar o progresso nos jogos. Isso levou a desafios e quebra-cabeças mais complexos, forçando uma reflexão mais profun...

Seja um gestor movido por números, não por adjetivos.

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Sabe aquele erro que todo gestor comete de vez em quando? É aceitar adjetivos ao invés de números concretos. Quem escuta "as vendas estão boas" ou "o movimento está fraco" e se contenta, na verdade, está no escuro sobre a situação atual e não tem a menor ideia de onde precisa chegar. Então, meu conselho é: troque os adjetivos por números. Ao longo da minha jornada no varejo, com mais de 25 anos de experiência, conversando e palestrando por todo o Brasil, tenho cada vez mais certeza de que o segredo da boa gestão está no uso correto dos indicadores. Não estou falando de números para preencher planilhas ou ilustrar apresentações. Numa empresa bem gerida, os indicadores são mais do que uma parte da cultura - eles se tornam a linguagem ou o idioma oficial do seu negócio! Ter uma gestão baseada em números faz mais do que só dar a aparência de que sua empresa está por dentro do que acontece. Ajuda você e seus colaboradores a não apenas conhecer as metas, mas também a sabe...

Cringe: O que nunca irá sair de moda no varejo

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Se você não esteve em algum local incomunicável ou isolado das redes sociais nas últimas semanas, provavelmente teve contato com o termo “cringe” circulando na internet ou até mesmo em veículos de imprensa. Em uma tradução livre do inglês, o termo poderia ser considerado como “cafona” ou “vergonha alheia”, e está sendo reproduzido principalmente pela chamada Geração Z (aqueles nascidos entre 1996 e 2005) como definição dos comportamentos, gostos e modo de vida dos millennials (nascidos entre 1980 e 1995) – falar “boletos”, gostar de café e ser fã de séries e filmes específicos são alguns exemplos considerados “micos” pelos mais jovens. Mesmo em tom de brincadeira, a popularidade do termo “cringe” e todo seu conceito nos fez parar para pensar. Algo que é admirado por muitos no momento pode rapidamente se tornar obsoleto para outros, ainda mais em tempos de tecnologia e transformações constantes. E isso também é válido para o varejo, principalmente com as acelerações da pandemia. Moderni...

Uma nova ótica para um novo varejo

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A pandemia deixou nítido que adiar a transformação digital não é mais uma opção. É por isso que as compras online geraram 68,2% de aumento no faturamento do varejo em 2020 e que a projeção para este ano é crescer mais 18%, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) e a Neotrust|Compre&Confie. O segmento ótico também entendeu o recado e, com o fechamento do comércio físico, se desdobrou para vender online. Resultado do esforço, um estudo da Grand View Research projeta crescimento médio geral (físico e digital) de 8,1% anualmente até 2027. E ainda há muita oportunidade: apenas três dos 300 maiores varejistas do País são do segmento ótico – apenas 1% -, de acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), ao passo que a Academia Americana de Oftalmologia estima que 49% das pessoas terão algum problema visual até 2050. Tudo isso somado ao potencial de expansão que o varejo online proporciona. Porém, a tarefa de se digitalizar não é simples. Se o varejo ...

A segunda onda das vendas por WhatsApp e redes sociais

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Não é novidade dizer que redes sociais como WhatsApp, Instagram e Facebook foram essenciais para a continuidade das vendas do varejo durante a pandemia. O uso dessas ferramentas se mostra vital para que os negócios possam, mesmo que longe de recuperar as vendas do passado, ao menos minimizar os impactos de permanecer com a loja física fechada. Se muita gente “improvisou” a venda nessas plataformas durante os primeiros impactos da pandemia, buscando vender de qualquer jeito e com qualquer esforço, a situação atual do varejo (que pode permanecer por todo o ano) está levando as empresas a adotarem soluções cada vez mais adequadas de comunicação e vendas, buscando otimizar seus resultados. A busca pelo WhatsApp, por exemplo, não é à toa. Mais de 93% dos brasileiros utilizam o aplicativo ao menos uma vez por dia, e ele se encontra instalado em mais de 99% dos celulares, segundo pesquisa da Panorama Mobile Time/Opinion Box. Ou seja, é uma ferramenta de comunicação que já está na mão do clien...

O varejo como uma tech company

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Uma das movimentações que mais têm atraído minha atenção é que alguns varejistas começam a deixar de se enxergar como empresas somente de varejo e passam a ter um papel cada vez maior de usuários de tecnologia. Em alguns casos e situações, a mudança de mentalidade é tão grande que essas empresas até mesmo assumem a posição de protagonistas de suas próprias evoluções nesse sentido. O varejo que passa a se identificar como uma empresa de tecnologia – ou como uma tech company, como o mercado apelidou – não é algo novo. Surpreendentemente, o tema acabou aparecendo mais de uma vez na última edição da NRF, um dos mais tradicionais eventos de varejo do mundo, realizado há mais de 110 anos, feito digitalmente pela primeira vez neste ano devido à pandemia. E o que significa essa movimentação? Segundo Niraj Shah, cofundador e CEO da Wayfair, marca online de móveis e decorações, essa mentalidade é uma consequência natural do próprio negócio. Mais de um terço de seus funcionários são de áreas de t...

E esse hype do Clubhouse?

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E esse hype sobre o Clubhouse? Confesso, sou Android, e por isso fiquei fora desse hype inicial, o que acho até bom. Ganhei um final de semana. Na minha opinião, mais um time killer. Antes de você começar a me criticar, é óbvio que teremos novos influencers, novos milionários, porém mais uma leva de pessoas que pelo FOMO (Fear of Missing Out, ou o medo de “ficar de fora”, em uma tradução livre), estão deixando de lado o que é de fato importante, como viver e fazer, para apenas acompanhar, ou tentar buscar relevância. Vou na onda de um comentário que li aqui no LinkedIn, que assim como as lives e o ruído no início da pandemia, pode ser que o povo encha o saco em pouco tempo. Mas como tudo é hipótese, no mínimo fará barulho até a próxima rede aparecer. Um ano depois (ou um pouco mais, não me lembro), o TikTok, o hype de 2020 que fez até o Instagram criar o Reels, não parece mais tão espalhafatoso, e talvez daqui um ano, o Clubhouse seja igual. Cada vez que vejo algo nesse sentido, cada v...

Na era da experiência, como será redefinida a profissão do vendedor no PDV?

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Nos últimos 12 meses, as lojas físicas passaram por uma incrível transformação. Com o isolamento social, foi preciso fechar as portas, literalmente da noite para o dia. Especialmente para quem não tinha um e-commerce sólido, foi um momento de correr atrás de soluções que pudessem ser colocadas em pé rapidamente. Aos poucos, as empresas foram percebendo que a vida tinha ficado mais difícil, mas não impossível. O WhatsApp se consagrou como o principal meio de comunicação com clientes que estavam com medo de sair de casa – e que, mesmo que quisessem sair, encontrariam a loja fechada. E o varejo percebeu que “loja com porta fechada” não é a mesma coisa que “loja que não fatura”: era possível despachar pedidos usando o estoque do PDV. Ao mesmo tempo, os marketplaces serviram como um porto seguro para milhares de lojistas que passaram a depender do online para vender. Plugar a loja no Mercado Livre, Magazine Luiza, Via Varejo ou B2W abriu novos horizontes e mostrou todo um universo de possib...

Os 5 Ss da pandemia nos negócios

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Uma das melhores palestras apresentadas na última NRF 21 foi a do especialista Mitch Joel, batizada de “A grande compressão”. Um trocadilho com “A grande depressão” dos anos 30, mas que ilustrava como a pandemia acabou acelerando tecnologias e transformações. Muitos dizem que vivenciamos algo entre 3 a 5 anos em evolução na forma como compramos e vendemos, nesses quase 11 meses de pandemia. Um dos pontos altos foi quando ele subdividiu esse momento em três grandes estágios. Segundo Joel, teríamos os períodos de Stand (manter), Survive (sobreviver) e Strive (esforço para crescermos a partir daí). Juntando a palestra (gravada no final do ano para ser transmitida no evento), alguns outros conteúdos que estou compilando de outras palestras e o exato momento que vivemos no contexto geopolítico e econômico, ouso propor uma nova segmentação para o período que vivemos e iremos viver nos próximos meses. Essas fases formam o que eu chamo de 5 Ss da pandemia, dentro da realidade do varejo brasile...

O que esperar da NRF em 2021

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A partir de hoje acontece um dos maiores eventos de varejo do mundo, a National Retail Federation (NRF). Em sua 110ª edição, o tradicional congresso nova iorquino se adaptou à nova realidade e será dividido em duas edições para driblar o cenário de pandemia: a primeira, que começa nesta semana, será online, em um formato inédito 100% digital; e a segunda, programada para ser presencial no mês de junho, com a expectativa de um cenário positivo para a vacinação mundial. Consolidada como um centro de debates e tendências do varejo, o modelo inédito online permitirá que o evento abra as portas para os varejistas que não poderiam custear passagens, ingressos e hospedagens para o evento. É uma oportunidade única para o empreendedor preparar seu negócio para o ano e, mais do que isso, para o futuro, sem ficar para trás. Muito além do modelo inovador, o evento tem uma missão especial: conversar sobre a mudança profunda pela qual o varejo foi submetido durante o último ano e ajudar o setor a de...

5 lições para o próximo ano

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2020 foi um ano em ritmo “K”: Ao passo que algumas empresas frustraram suas expectativas de negócios, viram suas vendas caírem à níveis críticos ou até mesmo tiveram que encerrar suas atividades, outras tiveram um crescimento espantosos e souberam como poucas transformarem as adversidades em oportunidades de negócio. Costumo dizer que é muito fácil encontrar justificativas para os fracassos ou nos espelharmos em pessoas e empresas que falharam da mesma maneira. É comum nessas horas termos respostas como: “mas o mercado todo está ruim”, “estão todos dessa maneira”, e outras que busquem justificar os erros encontrando cúmplices. Um dos maiores erros do varejista é se apegar à maneira que sempre fez tudo à sua maneira. Novos tempos podem exigir novas formas de se encarar o negócio e a como o seu cliente consome ou compra de você. Basta uma simples análise das empresas que estão conseguindo conquistar mais mercado ou expandir seus negócios em meio à mesma tempestade que você está enfrentan...

Varejo: o nome do jogo é disponibilidade

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Estamos vivendo um momento especial no varejo. Os 36 meses do interminável 2020 transformaram de vez as estratégias do nosso setor, mudaram as bases do relacionamento com o cliente e geraram uma nova forma de pensar lojas, canais, produtos e serviços. E quem não entender como o jogo mudou vai acabar ficando de fora. Vamos começar pelo começo. Tradicionalmente, o varejo fazia a intermediação entre o fabricante e o cliente, funcionando como parte do processo de marketing para promover produtos. Nessa visão tradicional, focada no produto, o cliente é o “público-alvo”, o “target”. O objetivo é acertar o alvo, gastando o mínimo possível de recursos para ser mais rentável. Essa é uma visão que só funciona se o cliente é passivo, sempre dependente das informações trazidas pelo varejo e pela indústria. Também só funciona se a loja física é, ao mesmo tempo, o showroom dos produtos e o lugar de fechamento das transações. É uma cadeia bem fechada de processos: o cliente recebe uma informação por ...

Pronto para decolar seu negócio?

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Star Trek, ou Jornada nas Estrelas conforme sua tradução em português, se tornou um verdadeiro clássico da televisão e do cinema mostrando as aventuras da equipe da famosa nave Enterprise “indo aonde nenhum homem jamais esteve”. É interessante lembrar que o nome Enterprise significa “empreendimento”, e que é possível se criar uma analogia muito interessante entre o universo das viagens espaciais e o universo dos negócios. De fato, estamos cada vez mais vendo marcas de varejo crescendo para escalas e presença nunca imaginadas. O conceito de ecossistema é cada vez mais uma referência para as grandes marcas, baseando-se no sucesso de marcas como Alibaba e Amazon lá fora, e até mesmo tendo já referências nacionais, como Magazine Luiza, Mercado Livre entre outros. Mas, como é que se chega até onde estão essas marcas? Qual o melhor caminho? É como uma viagem de foguete. Antes de alcançar a Lua, é necessário ter combustível e força nos motores para se decolar. Não dá para alcançar o conceito ...

Os dois mundos do WhatsApp para os negócios em tempo de pandemia

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Com certeza, o WhatsApp sagrou-se durante a pandemia, como a grande ferramenta de transformação digital para a maior parte do varejo. Presente em simplesmente mais de 99% dos celulares, segundo um estudo lançado ainda no início do ano pela Panorama Mobile Time/Opinion Box, o aplicativo se tornou um caminho rápido e fácil para um primeiro contato “digital” entre marcas e consumidores, considerando principalmente as pequenas e médias empresas do mercado, pelo simples fato de que muitas dessas até o momento da pandemia, nunca tiveram sites ou plataforma de e-commerce. Reféns de questões como isolamentos sociais, restrições de horário e lockdowns, viram na ferramenta um poderoso caminho para se alcançar os consumidores mais fiéis ou quem sabe até mesmo buscar novos consumidores. Mas não tem sido um caminho fácil. Em primeiro lugar, por conta da tradicional falta de dados do varejista brasileiro. Sem dados de clientes, sem entender quem mais compra, ou quem compra de maneira mais recorrente...

O poder do digital na evolução das cidades

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Recentemente foi anunciada a concretização da venda da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo. Um aguardado desfecho que irá transformar a antiga planta da montadora em um dos maiores centros logísticos da América Latina. A localização privilegiada, um ponto de convergência entre as cidades do Grande ABC, a cidade de São Paulo e o litoral paulista, mostra-se com um incrível potencial para atender principalmente a logística de empresas focadas no comércio eletrônico e com alta necessidade de capilaridade logística, favorecendo a rápida distribuição para esses pontos. Qual a questão importante em um processo como esse? O Grande ABC, que viveu nas décadas finais do século passado anos de abundância em função das montadoras, devido a questões que vão da globalização à automatização de alguns processos, passando até mesmo por uma revolução no modelo de consumo desse tipo de bem, em que o uso começa a ser mais valorizado do que a posse, viu nos últimos anos o derretimento de algumas dessas...

E as mascotes viraram avatares digitais

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Há pelo menos uns dez anos, escrevi um artigo sobre a utilização das mascotes no varejo. Para quem por acaso não conhece o termo, esse era o nome que dávamos aos personagens que representavam marcas e personagens em campanhas. Naquela época, muito se discutia sobre a utilização ou não de mascotes em campanha. Tinha quem defendia seu uso e quem achava algo ultrapassado, ligado mais ao universo das propagandas, e do qual o varejo buscava se apropriar de alguma maneira. No mundo das propagandas, quem aqui não se lembra da Galinha Azul da Maggi, do Lequetreque, o frango da Sadia (aposto que você não lembrava do nome!), ou do urso da Coca-Cola? O fato é que naquela época, mesmo com o digital já dando passos importantes, a utilização desses personagens se dava de forma estática, com pouca interatividade com o consumidor. O objetivo dos mascotes sempre foi criar um personagem simpático ao consumidor, de maneira a cativá-lo ainda mais. Alguns personagens se tornam tão famosos que foram além do...