20/11/2009

Dúvidas de leitores: Ponto comercial

Pergunta enviada pela leitora Luciana Gomez

Boa noite,

Achei importante as informações prestadas referente a montar loja perto de outras do mesmo segmento (em outro post).
Estou fazendo uma pesquisa de mercado referente a abertura de uma loja de cosméticos. Nessa pesquisa, identifiquei que as lojas que são instaladas em locais isolados, , quase sempre não sobrevivem.
Você acredita que seja vantagem pagar por um ponto mais caro e ficar perto de ruas comerciais e/ou perto dos concorrentes potenciais?

Agradeço a atenção.
Luciana Gomez



Olá Luciana,

Muito boa sua pergunta !

Eu acredito que tudo vai depender do produto em questão.

Há produtos que precisam de movimento, principalmente pelo fator de venda por impulso (que eu acredito que seja seu caso), e que obtem melhores resultados quando em vias comerciais ou de grande movimento de pedestres.Entretanto, para ficar claro a todos leitores, há produtos que não necessariamente precisam de pontos comerciais em locais de grande tráfego, como uma loja de ferramentas profissionais ou uma distribuidora. As pessoas vão atrás desses estabelecimentos por contatos ou por listas, não se fazendo necessário uma localização deste tipo (embora aparecer em vias de grande tráfego seja sempre uma maneira de se divulgar).

Acredito que seja por isso que você tenha detectado que essas lojas não sobrevivem por muito tempo. Muitas pessoas tomam como partido, abrir o comércio próximo de sua residência, quando não até mesmo dentro da própria residência, apenas por comodidade. Sem fluxo e sem um grande diferencial, não conseguem atrair compradores e são obrigadas a encerrar as atividades.
Para lojas que se encontram em situação parecida, com baixo fluxo e vendas, recomendo buscar qualquer tipo de divulgação: de panfletos a acordos com outras lojas (ex: faça um acordo com uma loja de vestuário ou acessórios – crie parcerias – comprando uma roupa, você ganha desconto na loja de cosmético e vice-versa).

Para lojas que estão buscando novos pontos, conforme já dito aqui no blog, a concorrência é salutar. Ajuda a criar um maior fluxo de consumidores no local. Pense nisso, mas não se esqueça de criar um diferencial, apostando principalmente em serviços como entrega ou até mesmo demonstrações de produtos.

Espero ter lhe ajudado.

Um grande abraço,

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.com.br/

Dúvidas de leitores: Combinação de cores para uma loja de materiais para construção

Pergunta enviada pela leitora Edilene Bandeira

Boa Tarde Caio!

Estou adorando seu blog, parabéns!
Meu marido tem uma loja de esquina com toda estrutura para uma casa de materiais de construção.
Estou pretendendo abrir a loja e gostaria de sugestões de cores para a parte externa e interna da mesma.

Desde já agradeço!
Edilene



Olá Edilene, conforme já foi respondido outras vezes aqui no blog, tudo vai depender do tamanho da loja, e até mesmo do entorno do edifício.

De modo geral, para a parte interna, cores claras para ambientes pequenos, cores pasteis, ou até mesmo alguma parede em tom forte para ambientes médios e grandes, ou com o pé direito muito alto.

Para a fachada, recomendo apenas que faça um “rodapé” na mesma com uma cor escura, principalmente se optar pelo branco.

Dentre as combinações mais utilizadas para as lojas de materiais para a construção estão o amarelo e o azul escuro; o vermelho e branco; o laranja, branco e azul; e até mesmo o laranja e verde.

São combinações que funcionam muito bem quando aplicadas.

Espero ter lhe ajudado.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br

Cerca de 530 adolescentes irão receber atendimento oftalmológico gratuito em Belo Horizonte

O Projeto “Ver é bom demais”, promovido pela Fundação CDL Pró-Criança, realiza a sua 8ª edição no dia 21 de novembro

A Fundação CDL Pró-Criança realiza nesse sábado, dia 21 de novembro, de 8 às 14 horas, no Centro Universitário UNA, Campus Aimorés (Rua Aimorés, 1451 – Funcionários), mais uma edição do Projeto “Ver é Bom Demais”. O mutirão visa prestar assistência oftalmológica gratuita a aproximadamente 530 adolescentes que são atendidos pelo Programa Educação & Trabalho.

Idealizado em 2002, o projeto “Ver é bom demais” atua em três etapas. Na primeira são feitos os testes de acuidade visual e na segunda são realizadas as consultas oftalmológicas aos que apresentaram baixa acuidade. Em média, 20% dos exames realizados são encaminhados para consulta. A entrega dos óculos às crianças e adolescentes faz parte da última etapa e, normalmente, cerca de 50% dos casos encaminhados às consultas recebem óculos. Aos casos mais graves, são oferecidas orientações e encaminhamentos para os tratamentos. Desde a sua criação, o projeto já realizou mais de 2 mil testes.

O projeto é uma iniciativa do CDL-Jovem e da Fundação CDL-BH Pró-Criança, com o apoio da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) e conta com parceiros e voluntários para aplicação de testes, doação de consultas e óculos e realização de oficinas.

Incentivo ao voluntariado:

O voluntariado é uma das formas de atuação da Fundação CDL Pró-Criança, estimulando a participação de pessoas com apoio, capacitação, reconhecimento e valorização, ampliando o alcance de projetos e ações sociais que visam à transformação e a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes.

Atualmente participam do projeto “Ver é bom demais” a Óptica Artesanal, Optical Express, Centro Visão, Optiminas Comércio Óptico, BH Trans e Prefeitura de Belo Horizonte.

Varejo redobra atenção para evitar perdas de R$12,3 bilhões

Redes varejistas querem minimizar o prejuízo de perdas com furtos, roubos e quebra de produtos que podem aumentar durante as vendas de Natal, pois ao ano o comércio amarga cerca de R$ 12,3 bilhões nessa área.

Nos meses de novembro e dezembro, quando o movimento no comércio chega a ser o dobro do do terceiro trimestre do ano, o risco de perdas com furtos, por exemplo, costuma aumentar, segundo estima Fábio Oliveira, gerente de contas da Kaizen Institute do Brasil. Para reduzir esses prejuízos, uma tendência que ganha cada vez mais adeptos no setor é a de buscar melhorias nos programas de administração e prevenção de perdas de produtos, o que tem chamado a atenção de redes como Lojas Berlanda, Cooperativa de Consumo (Coop) e Arezzo, entre outras.

Conta da Accenture Consultoria aponta que, no Brasil, apenas no varejo de eletrônicos perde-se cerca de R$ 1 bilhão por ano com avaliação, reparo, reembalagem, reposição de estoque e revenda de mercadorias devolvidas pelos consumidores, devido à falta de políticas de prevenção de prejuízos. "Mesmo o pequeno varejista pode implantar um programa de gerenciamento de perdas em sua empresa. Claro que nem todos têm condições de contratar uma assessoria para isso, mas é preciso manter um controle da operação, porque muitas vezes a empresa não está pronta para atender à demanda que aumenta em épocas de grande sazonalidade", diz Fábio Oliveira, do Kaizen Institute.

Para Nilson Berlanda, dono das lojas Berlanda, que atua também com eletroeletrônicos, é importante fazer controle rígido dos produtos que a loja recebe e vende, principalmente nos últimos meses do ano, quando o fluxo de mercadorias no estoque aumenta. "Isso ajuda a reduzir as perdas, mas quando chega janeiro fazemos uma liquidação de mostruários e outros produtos com pequenos defeitos."

De acordo com a pesquisadora do Programa de Administração do Varejo (Provar) Patrícia Vance, para o varejsta se prevenir contra as perdas é preciso estudar os processos logísticos do ponto-de-venda e mapear os pontos onde há risco de prejuízos. "Não adianta só investir em pessoas. É preciso pensar em procedimentos que dificultem o surgimento de fraudes, furtos e quebras."

Especialistas estimam que os comerciantes percam, em média, 2,05% do faturamento anual com quebra de produtos e perdas de mercadorias. O estudo "Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro", do Provar, feito em parceria com a Felisoni Consultores Associados e com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), junto da Nielsen, mostra que as empresas investem 0,63% do faturamento líquido em medidas para evitar prejuízos.

Entre as iniciativas estão o uso de critérios mais rigorosos no recrutamento e seleção de pessoal; treinamentos para prevenção de perdas e a comunicação com os colaboradores por meio de mural de avisos, jornais, revistas, artigos institucionais.

Cooperativa

Para diminuir os prejuízos com quebras e furtos a Cooperativa de Consumo (Coop) implantou há seis anos um programa de prevenção de perdas pelo qual os funcionários são treinados para evitar desperdícios, além do aumento da segurança e do controle dos processos, contou ao DCI Ricardo Miranda, responsável pelo programa na rede, e que diz já ter reduzido em 25% os prejuízos da Coop. "Há três anos a Coop está com índice de perdas em torno de 1,55% , número abaixo da média do mercado", afirmou ele.

Calçados

A Arezzo, uma das maiores redes de calçados e acessórios da América Latina, com 247 franquias, também aposta em novas estratégias para reduzir suas perdas e fidelizar clientes. De acordo com Fábio Figueiredo, gerente nacional de Franquias da marca, está em experiência na cidade de São Paulo um modelo de reposição das lojas a partir de um estoque alocado, que fica na unidade da Rua Oscar Freire. "O projeto já está fazendo sucesso. No caso de uma eventual ruptura da franquia, é possível consultar esse estoque: não ganhamos dinheiro com isso, mas ganhamos o cliente", explicou o executivo.

A estratégia dará mais flexibilidade e eficiência ao franqueado da rede, já que a Arezzo trabalha com modelos e coleções padronizadas e as expõe em um show- room para que cada loja faça seus pedidos. "O objetivo é vender no showroom e não ter reposição, só no caso de produtos básicos", diz.Rigor na contratação de funcionários e melhor treinamento das equipes poderão minimizar as perdas de redes como Berlanda, Cooperativa de Consumo (Coop) e Arezzo.

Fonte: DCI

Spoleto premia "malabaristas" de massas

Nesta terça-feira (17), o Clube Monte Líbano, na Lagoa Rodrigo de Freitas, foi palco de um evento inusitado! Onze cozinheiros malabaristas de massas deram um show na final do campeonato anual que a rede de culinária Spoleto promove no Rio de Janeiro. Com coreografias e música especiais para cada apresentação, os chefs – um deles mexicano – subiram ao palco para fazer performances com pratos, frigideiras, espátulas etc. Pela primeira vez realizado fora do restaurante, aberto ao público, com a presença de crianças e um participante estrangeiro, o evento começou às 17 horas e só acabou às 23h em clima de grande festa.

Os campeões da noite nas categorias iniciantes e avançada foram o carioca Markson Vinicius Faria, de apenas 17 anos e representante da loja da Rua do Saara, e o paulista Fábio Guasti Feitosa, 21, do Spoleto do shopping ABC e que pela terceira vez consecutiva levou o prêmio. Único representante internacional, o cozinheiro Jorge Luna, do México, garantiu o terceiro lugar como iniciante e encantou o público com sua alegria e aparatos como os pratos adesivados com as cores da bandeira mexicana, algumas flâmulas do país e a distribuição de “falsos bigodes” ao estilo mariachi.

Cerca de 50 crianças acompanharam de perto as apresentações, mas antes colocaram literalmente a mão na massa, nas oficinas de produção de macarrão conduzidas pelos próprios chefs malabaristas. O evento terminou ao som da percussão do grupo AfroReggae.

- Realizar o evento fora do restaurante foi uma boa oportunidade de valorizarmos ainda mais o show cooking de nossos cozinheiros. Eles são verdadeiros artistas! O malabarismo com as massas surgiu como ferramenta interna de treinamento, mas os chefs se superam a cada ano e fazem apresentações inacreditáveis – declarou, emocionado, Eduardo Ourivio, vice-presidente da holding Umbria, detentora da marca Spoleto.

O 6º Campeonato de Malabarismo de Massas do Spoleto distribuiu prêmios em dinheiro. Na categoria avançada os três primeiros lugares receberam R$ 1,5 mil; R$ 750,00 e R$ 500,00, respectivamente. Já na iniciante, R$ 1 mil; R$ 500,00 e R$ 250,00. E teve como jurados os atores Natasha Haydt, Creo Kallab e Paulo Mathias, o empresário e surfista Rico de Souza e a empresária Leila Velez da rede Beleza Natural, entre outros

Rede sociais aumentam vendas e dão nova cara ao empreendedorismo

As redes sociais vão ganhar cada vez mais importância para a inovação e as atividades empreendedoras. Essa foi uma das conclusões do III Seminário de Empreendedorismo, promovido ontem pelo Instituto Endeavor e pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), por ocasião da Semana Global do Empreendedorismo.

Segundo Silvio Meira, responsável pelo Instituto C.E.S.A.R, um dos pilares para se empreender é entender a conexão de pessoas e suas relações sociais. Fundador do C.E.S.A.R e do Porto Digital, Meira dedica-se a estimular a inovação para desenvolver produtos e serviços com base na Tecnologia da Informação. Uma pesquisa apresentada por Meira revelou que, em grandes empresas, mais da metade dos funcionários usa a maior parte de seu tempo não para o trabalho em si, mas para fortalecer a sua rede de contatos.

- A interação é que leva à criatividade e à inovação. Tem que ter conexão. Não adianta empreender sozinho. E é nesse contexto que entram as redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter. A revolução digital é para as pessoas o que a revolução industrial foi para as empresas - afirmou Meira.

Pesquisa apresentada pelo Núcleo de Inteligência Digital (iDig) reforça a avaliação de Meira. Segundo Cláudio Torres, consultor do iDig, ficou constatado que 21 de 50 marcas analisadas já contam com perfil no Twitter, espécie de microblog da internet. Essas companhias têm, em média, mais de três mil seguidores. E mais: cerca de 11% das mensagens sobre as companhias são retransmitidas pelos consumidores.

- As empresas têm de ficar preocupadas com isso. A cada 33 segundos, há uma mensagem com os seus nomes - disse Torres. Twitter responde por 12% das vendas de loja de camisetas
Fábio Seixas, fundador da empresa Camisetaria, que vende suas camisetas apenas pela internet, lembrou que hoje de 10% a 12% dos negócios da firma nascem no Twitter. Segundo ele, que fundou a companhia há quatro anos, é preciso se adaptar às inovações da internet. Para ele, a interação com o internauta é essencial para aumentar as receitas:

- Comecei a empresa de forma empreendedora. Sempre que há alguma inovação na rede, fazemos alterações em nossa página na internet. Isso é necessário. Hoje, já contamos com 150 mil usuários cadastrados. Fazemos concursos de estampas, no qual os internautas enviam sugestões. Com isso, reforçamos a nossa rede.

Joyce Jane Meyer, diretora de Novos Negócios da Infoglobo e CEO de O Livreiro, rede social voltada para quem gosta de livros, ressaltou a importância da interação com o usuário. Ela lembrou que quando O Livreiro foi lançado, há quatro meses, ganhou a rede em versão beta, com apenas 60% do projeto pronto. O objetivo era colher sugestões dos usuários.

- O redesenho faz parte da internet. Em quatro meses, cerca de 200 usuários enviaram melhorias. Com isso, foram entregues 120 novas funcionalidades. Em março de 2010, vamos lançar uma nova versão, e, de novo, não será completa. A internet é abraçar o incerto e viver com a dúvida. Hoje, já temos 22 mil usuários cadastrados, mais de 1,65 milhão de pageviews e 460 mil visitas - afirmou Joyce.

Guy Kawasaki, que trabalhou na Apple, reforçou que a internet permitiu uma democratização do conhecimento. E lembrou que um empreendedor tem que buscar fazer do mundo um lugar mais criativo.

Fonte: O Globo

19/11/2009

Ricardo Eletro investe R$ 30 milhões em campanha inédita no varejo nacional

A propaganda de Natal da rede lança a estratégia comercial inédita: Preço Protegido. Sistema garantirá ao consumidor que encontrar um preço menor que o do produto adquirido na Ricardo Eletro, no período de até sete dias após a compra, a devolução da diferença em dinheiro.

Campanha será veiculada em rede nacional e terá o apresentador Luciano Huck como garoto propaganda

A Ricardo Eletro, rede de varejo de eletrodomésticos e móveis que mais cresce no país e que hoje é uma das cinco maiores do segmento, lança uma nova estratégia no mercado de varejo: o Preço Protegido. Com o Preço Protegido, maior aposta da Ricardo Eletro para o Natal, a empresa procura dar tranqüilidade do melhor negócio para o cliente. Isso porque depois da compra, se a indústria ou concorrência baixar o preço, em ofertas divulgadas em anúncios, o cliente terá sete dias para levar a nota fiscal em qualquer loja, que o Ricardo devolve a diferença na hora.

A campanha demanda investimentos de R$ 30 milhões e foi desenvolvida pela Pro Brasil Propaganda. Pela primeira vez a Ricardo aposta em uma personalidade de renome para lançar uma nova estratégia comercial. O garoto propaganda é o apresentador Luciano Huck, que transmite a confiança e o dinamismo que a rede quer passar aos consumidores. Esta parceria já vem sendo desenvolvida com o apresentador no programa Caldeirão do Huck, com ações em diversos quadros.

A campanha “Preço Protegido” reafirma o compromisso da Ricardo Eletro com o consumidor brasileiro de cobrir qualquer oferta do Brasil. A assinatura “Impossível não comprar”, transfere o comando ao consumidor. Em 2007, a ordem era do dono - “Proibido perder venda”; em 2008 foi a vez dos vendedores - “Eu não perco venda”.

A estratégia de divulgação abrange vários veículos como televisão, rádio, jornal, mídia exterior e internet nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Goiás e interior de São Paulo. A campanha já entrou em circulação e será veiculada até o dia 25 de dezembro de 2009.

Segundo o diretor da Pro Brasil Propaganda, Euler Brandão, “a agência tem como desafio contínuo buscar caminhos diferentes, criando um posicionamento único para a Ricardo Eletro”. De acordo com Ricardo Nunes, presidente da rede, “é a primeira vez que o varejo oferece um posicionamento de garantia de preço baixo tão completa”. Segundo o empresário, “o Natal foi a época escolhida para lançar a ideia e a expectativa de crescimento é de 15% nas vendas de final de ano, em relação a 2008”.

Fonte: Portal da Propaganda

Agribusiness: Associação Nacional de Fornecedores do Varejo deve ser criada este mês

A assembleia geral extraordinária que deve aprovar a criação da ANFV - Associação Nacional dos Fornecedores do Varejo - está marcada para a próxima terça-feira (24/11).

A entidade, segundo o presidente da comissão provisória de instalação e presidente da Abrafrigo - Associação Brasileira de Frigoríficos - Péricles Salazar, terá "o objetivo de estudar e avaliar os contratos que estão sendo impostos unilateralmente pelas grandes empresas do setor e que deixam de fora quem não se submete às regras ditadas pelas grandes corporações que dominam o varejo brasileiro".

Até o momento, 30 associações de diversos setores industriais já demonstraram interesse em participar da ANFV. "O universo de fornecedores do varejo é formado, na sua maior parte, por pequenas e médias empresas que não possuem condições de defesa diante das grandes empresas que dominam este mercado. Esta é a principal razão de criação da Associação", afirma Salazar, em nota à imprensa.

Fonte: Globo Rural
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